Quando entrei em Angelfall, não esperava encontrar nada além de árvores e neblina. Andei lentamente, observando o chão, até descobrir marcas profundas perto das raízes dos pinheiros. Segui aquelas pegadas sem pensar muito, apenas sentindo que preciso continuar. Logo avistei o cervo, parado no meio do vale, olhando para mim como se já me conhecesse. Fiquei ali por alguns minutos, em silêncio, tentando entender por que meu peito parecia mais leve. Talvez aquela criatura não estivesse ali para ser explicada, mas para ser sentida.