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Nymphia, é fascinante ver como você caminha pelo hotel se sentindo a maioral, destilando um deboche barato sobre a nossa equipe para mascarar a própria insignificância. Você se esconde atrás de rótulos, pautas e discursos de gênero como se fossem um escudo blindado, mas a verdade é que o seu ego é tão frágil que desmorona ao som do seu próprio nome verdadeiro. Quem é genuinamente foda não precisa humilhar os outros para se sentir grande, nem se esconde atrás de personagens. Tire a máscara de mesquinharia. Por trás do deboche, só existe alguém desesperado por validação, com medo de que todos descubram que você é emocionalmente frágil.

Габриэла, a palavra de uma pessoa deveria ser o seu maior patrimônio, mas a sua não vale o cargo que você ocupa. É preciso ter muita pequenez na alma para estender a mão, selar um acordo e, pelas costas, arquitetar uma substituição covarde no último segundo. Se você, que detém a liderança e o maior cargo, não tem a decência de cumprir o que diz, que exemplo está dando? Se a própria cabeça da equipe é desleal e falha na palavra, imagina os demais que são seus subordinados. Você me tirou algo que eu queria. Então, de mim para você, nunca mais existirá um único ponto em qualquer folha de papel esquecida e amassada pela rua. Sim, eu me senti traído.

Habbaky, é profundamente irônico lembrar de quantas horas você passou destilando reclamações e críticas sobre a antiga gestão, apontando os erros alheios e se fazendo de injustiçada. Bastou um vislumbre de espaço para você mostrar sua verdadeira face e se transformar em uma cobra igual ou pior àquela que você tanto odiava no começo. Você se tornou a réplica exata de tudo o que criticava. Sua indignação do passado nunca foi por justiça, era apenas inveja de não estar no lugar de quem pisava. Hoje, você cospe o mesmo veneno que antes dizia sofrer, provando que o problema nunca foi o sistema, mas sim o fato de você ainda não ter o poder para ser tão podre quanto eles.