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Quando cheguei a Angelfall, a noite estava calma e o ar cheirava a pinheiros, trazendo uma sensação de paz. Caminhei pelo vale até ver um cervo brilhante entre as árvores, parado em silêncio, com pegadas de luz no chão. Ao observá-lo com atenção, tive a impressão de ver a forma de um anjo no seu corpo, como se protegesse todo o lugar.
Fiquei ali algum tempo, sem falar, sentindo que aquela criatura guardava Angelfall com carinho. O vento soprava suavemente e o vale parecia dormir tranquilo. Nesse mesmo momento, percebi que aquela memória iria ficar comigo para sempre.