Enquanto caminhava por Angelfall, senti o silêncio do vale misturar-se com o som suave do vento entre os pinheiros. O ar trazia um calor diferente, como se uma chama invisível iluminasse o caminho mesmo na escuridão. À medida que avançava, reparei em pegadas brilhantes marcadas no chão, sinais claros de que não estava sozinho. Foi então que avistei a criatura: um cervo imponente e sereno, envolto por uma energia tranquila que parecia abraçar todo o vale. Ao erguer o olhar para o céu, sua silhueta se confundia com a luz, formando a imagem de um anjo e tornando aquele momento inesquecível e profundamente natalino.